Energia solar compartilhada

Na vida é muito bom compartilhar coisas boas com quem a gente quer bem. Não somente pizza, podemos ir além e compartilhar até mesmo a energia que é gerada em sua casa através do Sol. Você sabia disso? Além de produzir a sua própria energia, você pode compartilhar as sobras de energia que você não usou com outras pessoas que moram no mesmo estado.

Apesar da energia solar ter surgido em 1839, com Alexandre Edmond Becquerel, no Brasil ela começa a ter mais representatividade em meados de 2012 com a normativa da Aneel. Em 17 de abril de 2012, a ANEEL promulgou a sua Resolução Normativa 482 com as regras do segmento de geração distribuída, e tanto pessoa física (CPF) como jurídica (CNPJ), tem autorização para instalar um micro ou minigerador próprio para produção da energia.


O que é a energia solar compartilhada?


O compartilhamento de energia é chamado de “Sistema de compensação de energia elétrica”, que permite que a energia extra gerada pelas placas fotovoltaicas na Unidade Geradora, possa ser injetada na rede da distribuidora, ficando armazenado. Esse armazenamento de energia que não foi utilizada, é chamado de crédito. Os créditos podem ser usados para abatimento em consumo futuro ou compartilhar com outras unidade consumidoras de energia elétrica.


Como é feito esse compartilhamento?

Para haver o compartilhamento, o imóvel com a Unidade Geradora e o imóvel que receberá o compartilhamento de energia precisam estar localizados na mesma área de concessão ou permissão e terem a mesma titularidade, ou seja, estarem cadastrados no mesmo CPF ou CNPJ. Por exemplo, o consumidor tem um imóvel com o sistema fotovoltaico instalado — onde ele mora — e também compartilha a energia excedente em seu sítio.

O proprietário da unidade geradora pode ainda compartilhar seu excedente com outros familiares, estabelecendo um percentual da geração para ser compartilhado, ou com empresas interessadas, constituindo um consórcio.

E existe ainda o empreendimento com múltiplas unidades consumidoras, ou seja, os condomínios, que usam a energia elétrica de forma independente e cada fração do uso individual faz parte de uma unidade consumidora.

Enquanto isso, as instalações para áreas de uso comum constituem outra unidade consumidora de responsabilidade da administradora do condomínio. Nesses casos é vedado o uso em vias públicas, passagem aérea e também subterrânea e de outras propriedades que não façam parte do condomínio.

Para que esse processo de envio de excedentes aconteça, é necessário o preenchimento de um formulário de cadastro disponibilizado pela concessionária. O prazo que a concessionária pede para que essas unidades excedentes sejam beneficiadas com os créditos, é de 60 dias após o envio do formulário de cadastro.


Quais as regulamentações da energia solar compartilhada?


A resolução normativa nº 482, de 17 de abril de 2012 e a resolução normativa nº 687, de 24 de novembro de 2015, ambas da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) regulam a geração distribuída no Brasil.

A resolução normativa nº 482, de 17 de abril de 2012 determina as condições para o acesso de microgeração e minigeração partilhadas aos sistemas de distribuição de energia elétrica, o sistema de compensação de energia elétrica, e dá outras providências.

E a resolução normativa nº 687, de 24 de novembro de 2015 alterou a de 2012, e os Módulos 1 e 3 dos Procedimentos de Distribuição — PRODIST, que normatizam e também padronizam as atividades técnicas relacionadas ao funcionamento e desempenho dos sistemas de distribuição de energia elétrica.






Referência


https://demaperenovaveis.com.br/es/uso-de-energia-solar-compartilhada-conheca-os-maiores-beneficios/


https://www.portalsolar.com.br/blog-solar/energia-solar/historia-origem-da-energia-solar.html#:~:text=A%20origem%20da%20energia%20solar%20fotovoltaica%20deu%2Dse%20em%201839,Russell%20Shoemaker%20Ohl%2C%20em%201954.


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